And so it begins...
Será que vale a pena contabilizar o que já gastámos e o que porventura iremos gastar no carro?
Tudo até ao último cêntimo? Muito sinceramente não.
Convém organizar o restauro em termos de o que é que precisamos para o completar e dividindo em áreas (chapa, pintura, interiores, mecanica, ciclistica and so on...) ter uma ideia do que iremos gastar.
Note-se, uma ideia! Já que o valor vai certamente ser superior ao esperado. Até porque só durante o restauro, principalmente no que toca a chapa e borrachas por exemplo, é que se encontram os maiores imprevistos.
Como sei perfeitamente que o valor é astronómico, e mesmo o que já gastei dava praticamente para comprar a minha SV650S nova...que agora antes de avançar para o restauro em si, estou a adquirir as peças primeiro!
Ou seja, primeiro vou comprar 75% do material que preciso para o carro completo.
Os restantes 25% são para comprar no decorrer dos toques na chapa e para a pintura.
Como infelizmente a disponibilidade financeira não é muita, há que estabelecer prioridades.
Outro erro que inicialmente cometi foi começar logo a pensar em full speck!
Ou seja, queria já tudo muito elaborado e rapidamente descobri que se assim fosse nem em 2010 tinha o carro pronto a este ritmo.
Bem sei que é um projecto de paciência...mas espero sinceramente que na pior das hipoteses tenha o carro pronto (leia-se pintado e montado) no primeiro trimestre de 2006.
As visões mais optimistas apontam para o inicio do segundo semestre de 2005.
Daí em diante vão-se fazendo os melhoramentos, mas a base está estabelecida.
Enfim, ainda falta sofrer muito....
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